sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Carta à Comunidade Escolar

Beto Richa (PSDB), o inimigo número 1 dos(as) servidores(as) públicos(as) do Paraná, está destruindo a Educação

A Escola Pública paranaense está pedindo socorro! Precisamos da união de todas as famílias, trabalhadores e trabalhadoras do Estado, tendo em vista as dificuldades que estão sendo criadas pelo governador Beto Richa (PSDB). Estamos enfrentando problemas de várias ordens, entre eles:

 dívidas das escolas com fornecedores (muitas vezes da própria comunidade), devido ao não-repasse de verbas (fundo rotativo), o que está ocasionando falta de materiais básicos, como material escolar, de limpeza, etc.
 Diminuição drástica dos funcionários(as) (limpeza e conservação, zeladoria, inspetores, secretários, entre outros).
 Diminuição e fechamento de turmas, o que resultou num aumento de estudantes por sala de aula, chegando a mais de 50 alunos em alguns casos.
 Diminuição do número de professores(as) e não contratação de novos (concursados ou contratados).
 Fechamento de atividades complementares e de contra-turno.
 Ameaça de fechamento de programas como o Leite das Crianças e até do fornecimento de merenda, por falta de funcionários.
 Fim de programas de formação de professores(as) e fim do Plano de Carreira dos professores (que tinha sido aprovado em 2004, pela Assembleia Legislativa).
 Além disso, o governo está devendo direitos trabalhistas consagrados, como: pagamento de rescisões contratuais, 1/3 de férias, atrasando e até cortando salários! 

Lembramos também que, no início do ano, o governo Beto Richa (PSDB) aumentou o IPVA e o imposto de 95.000 itens (inclusive alimentação e medicamentos), além do aumento da água, luz e combustível.
Assim, os(as) educadores(as) avaliam que há necessidade de enfrentar este governo e lutar por direitos. A mídia (TV e jornais) e o governo passam a ideia de que se trata de uma greve por salários. Porém, são questões muito mais graves! O governo Richa ficou 4 anos no poder e quebrou as finanças do Estado. Agora, ele quer descontar no “lombo” dos trabalhadores. Beto Richa e seus aliados prometeram que a educação seria prioridade e agora eles destroem tudo!

CONTAMOS COM SUA COLABORAÇÃO, FORÇA E PRESENÇA NAS ASSEMBLEIAS ESCOLARES, na defesa do futuro da educação paranaense.

Fonte: APP-SINDICATO - Disponível em: http://www.appsindicato.org.br/Include/Paginas/noticia.aspx?id=10994 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Assembleia da APP-Sindicato

Atenção compas, no próximo sábado será realizada a assembleia estadual da categoria em Guarapuava. O Núcleo Sindical da APP-Sindicato de Laranjeiras do Sul, disponibilizará transporte  para os interessados(as) em participar. A saída dos ônibus está marcada para as 7 horas de sábado da rodoviária de Laranjeiras e retorno logo após o término das atividades, por volta do meio dia.

Maiores informações e inscrições pelo telefone: (42) 3635-3179.


Caos no início do ano letivo no Paraná

As escolas iniciam o ano letivo com dívidas, pois o Estado não repassou dinheiro nos dois últimos meses de 2014.


A APP-Sindicato vem a público manifestar seu repúdio ao desrespeito com que o Governador Beto Richa está tratando a educação pública do Paraná. 

Resultado: o mau uso do dinheiro público e a desorganização na gestão do Estado instalaram o caos nas escolas estaduais.


As escolas iniciam o ano letivo com dívidas, pois o Estado não repassou dinheiro nos dois últimos meses de 2014. As escolas estão sem merenda, pois a mesma ainda não foi entregue. E também, sem professores, pois não há previsão de contratação de professores/as temporários antes do início das aulas.

No último dia 31/01 o Governo retirou 10 mil Funcionários/as das escolas e demitirá 30% deles/as. São aqueles que têm o menor salário do Estado. As merendeiras e o pessoal da limpeza, além do administrativo. As escolas não terão como funcionar. É impossível!!

Toda a distribuição de aulas realizada em 2014 foi cancelada, e na semana pedagógica quando os/as professores/as, funcionários/as, direção e equipe pedagógica deveriam estar organizando a escola para o reinício do trabalho estarão novamente a repetir a distribuição de aulas. Os mais atingidos em todo esse processo serão os/as estudantes, crianças, adolescentes, jovens e adultos desse estado.

Os/as estudantes, no dia 09 de fevereiro, deveriam ser recebidos na escola com toda a estrutura necessária. Infelizmente encontrarão a escola sem merenda e sem outros itens básicos por falta de dinheiro. Encontrarão professores/as e funcionários/as desmotivados, pois foram desrespeitados pelo governador Beto Richa que não pagou os/as professores/as que trabalham nas APAES e demais conveniadas desde dezembro. Não pagou o auxílio alimentação dos/as funcionários/as de escolas. Não pagou o 1/3 de férias devido aos/à educadores/as, e ainda, não pagou a rescisão dos contratos de 29 mil professores/as contratados temporariamente (PSS).

PACOTAÇO E DESRESPEITO atinge toda a população - No final de 2014 o Governador Beto Richa enviou à Alep vários projetos de lei que aumentaram os impostos para a maioria da população. Aumentou em 40% o IPVA e a tarifa de ICMS de mais de 95 mil produtos. 

Transporte público: o governador cortou o subsídio do transporte integrado de Curitiba e RM o que vai causar mais desembolso aos/às trabalhadores/as.

Aposentados/as: o governador diminuiu em 11% o salário dos/as aposentados/as que contribuíram a vida toda com a previdência retornando a contribuição previdenciária taxando o salário dos mesmos.

Dívidas na Educação:


- 29 mil professores/as sem pagamento: aproximadamente 130 milhões.

- Atrasados na carreira de 2014: aproximadamente 90 milhões.

- 1/3 de férias: aproximadamente 150 milhões.

- Falta do Fundo Rotativo (repasses de recursos às escolas para despesas com materiais de limpeza e diversos), além da falta da Merenda escolar.

É possível começar as aulas com tantos desmandos? É possível algum profissional SEM SALÁRIO TRABALHAR com carinho e dedicação como a educação necessita?

Gastos do Estado:

Está cada vez mais difícil encontrar a transparência nas contas do Estado. Mesmo assim temos levantado junto ao DIEESE- Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos, que assessora os/as Servidores/as do Estado, as principais despesas do governo:

- vários decretos de cortes de custeio; nenhum realizado;

- aumento em processamento de dados em 4.000%, rompendo com a política do software livre;

- gastou em publicidade e propaganda 400 milhões;

- aumentou em mais de 295% os valores dos salários dos cargos comissionados.

Para cumprir compromissos de final de ano antecipou receitas extraordinárias, que depois faltarão:


- vendeu em 2014, 600 milhões em ICMS, antecipando receitas;

- renegociou dívidas (Refis), recolhendo 250 milhões;

- em precatórios renegociou e arrecadou 100 milhões.

Essas medidas já impactam na receita de janeiro. Vários fornecedores e, principalmente, a falta devida de pagamentos aos/às servidores/as. A má gestão dos quatro anos do Governo Beto Richa explode nesse momento. O pacotaço de maldades somente terá efeito a partir de abril. Enquanto isso o Governador aumenta seu próprio salário (o maior do país) e de seus secretários e deixa trabalhadores/as sem salário. ESTADO DE DESRESPEITO. ESTADO DO CALOTE!


A INDIGNAÇÃO é generalizada no Estado. Reuniões de Diretores/as de escolas, professores/as e funcionários/as junto com a APP aconteceram em todo o Estado. Há muita dificuldade de se iniciar o ano com essa situação.

Repudiamos todo o desrespeito com que o governador Beto Richa e sua equipe de governo têm tratado a educação pública do nosso Estado. Chamamos todos e todas a lutar conosco em defesa da qualidade da educação pública para nossos/as estudantes. Pedimos o apoio a toda sociedade para que os/as trabalhadores/as da educação possam ter condições dignas e humanizadas de trabalho, e para que nosso trabalho e nossos direitos sejam respeitados.                            
                                                                       

Direção Estadual da APP-SINDICATO

Fonte: http://www.appsindicato.org.br/Include/Paginas/noticia.aspx?id=10964

Nós dizemos não (Eduardo Galeano)

Em julho de 1988, em plena ditadura do general Pinochet, 300 intelectuais e artistas participaram de "Chile Cria", um encontro internacional de arte, ciência e cultura pela democracia no Chile. Este é o discurso de inauguração, que Eduardo Galeano pronunciou em nome de todos os convidados.


"Viemos de diversos países, e estamos aqui, reunidos à sombra generosa de Pablo Neruda: estamos aqui para acompanhar o povo do Chile, que diz não. Nós também dizemos não.

Dizemos não ao elogio do dinheiro e da morte. Dizemos não a um sistema que põe preço nas coisas e nas pessoas, onde quem mais tem é quem mais vale; dizemos não a um mundo que destina dois milhões de dólares por minuto para as armas de guerra enquanto mata, por minuto, 30 crianças, de fome ou doença curável. A bomba de nêutrons, que salva as coisas e aniquila as pessoas, é um perfeito símbolo de nosso tempo. Para o sistema assassino que converte em objetivos militares as estrelas da noite, o ser humano não é nada mais do que um fator de produção e consumo e objeto de uso; o tempo não é outra coisa que um recurso econômico; e o planeta inteiro, uma fonte de renda que deve render até a última gota de seu caldo. A pobreza é multiplicada para que a riqueza possa se multiplicar, e multiplicam-se as armas que garantem essa riqueza, riqueza de pouquinhos, e que mantém à margem a pobreza de todos os outros, e também se multiplica, enquanto isso, a solidão: nós dizemos não a um sistema que nega comida e nega amor, que condena muitos à fome de comida e muitos mais à fome de abraços.

Dizemos não à mentira. A cultura dominante, que os grandes meios de comunicação irradiam em escala universal, nos convida a confundir o mundo com um supermercado ou uma pista de corrida, onde o próximo pode ser uma mercadoria ou um competidor, mas jamais um irmão. Essa cultura mentirosa, que grotescamente especula com o amor humano para arrancar-lhe mais-valia, é na realidade a cultura do desvínculo: tem por deuses os ganhadores, os exitosos donos do dinheiro e do poder, e por heróis os "Rambos" fardados que cuidam de suas costas aplicando a Doutrina da Segurança Nacional. Pelo que diz e pelo que cala, a cultura dominante mente que a pobreza dos pobres não é um resultado da riqueza dos ricos, mas que é filha de ninguém, vinda no bojo de uma couve-flor ou da vontade de Deus, que fez os pobres preguiçosos e burros. Da mesma maneira, a humilhação de alguns homens provocada por outros não tem por que motivar a solidária indignação ou o escândalo, porque pertence à ordem natural das coisas: as ditaduras latino-americanas, por exemplo, fazem parte de nossa exuberante natureza e não do sistema imperialista de poder.

O desprezo transforma a história e mutila o mundo. Os poderosos fabricantes de opinião nos tratam como se não existíssemos, ou como se fôssemos sombras bobas. A herança colonial obriga o chamado Terceiro Mundo, habitado por pessoas de terceira categoria, a aceitar como própria a memória de seus vencedores, e obriga-o a compor a mentira alheia para usá-la como se fosse a própria verdade. Premiam a nossa obediência, castigam a nossa inteligência e desalentam a nossa energia criadora. Somos opinados, mas não podemos ser opinadores. Temos direito ao eco, não à voz, e os que mandam elogiam nosso talento de papagaios. Nós dizemos não: nós nos negamos a aceitar esta mediocridade como destino.

Nós dizemos não ao medo. Não ao medo de dizer, ao medo de fazer, ao medo de ser. O colonialismo visível proíbe dizer, proíbe fazer, proíbe ser. O colonialismo invisível, mais eficaz, nos convence de que não se pode dizer, não se pode fazer, não se pode ser. O medo se disfarça em realismo: para que a realidade não seja irreal, dizem os ideólogos da impotência, a moral haverá de ser imoral. Frente à indignidade, frente à miséria, frente à mentira, não temos outro remédio além da resignação. Marcados pela fatalidade, nascemos preguiçosos, irresponsáveis, violentos, bobos, pitorescos e condenados à tutela militar. No máximo, podemos aspirar a converter-nos em prisioneiros de bom comportamento, capazes de pagar pontualmente os interesses de uma descomunal dívida externa contraída para financiar o luxo que nos humilha e o bastão que nos golpeia.

E neste estado de coisas, nós dizemos não à neutralidade da palavra humana. Dizemos não aos que nos convidam a lavar as mãos perante as cotidianas crucificações que ocorrem ao nosso redor. À aborrecida fascinação de uma arte fria, indiferente, contempladora do espelho, preferimos uma arte quente, que celebra a aventura humana no mundo e nela participa, uma arte irremediavelmente apaixonada e briguenta. Seria bela a beleza, se não fosse justa? Seria justa a justiça, se não fosse bela? Nós dizemos não ao divórcio entre a beleza e a justiça, porque dizemos sim ao seu abraço poderoso e fecundo.

Acontece que nós dizemos não, e dizendo não estamos dizendo sim.

Dizendo não às ditaduras, e não às ditaduras disfarçadas de democracias, nós estamos dizendo sim à luta pela democracia verdadeira, que a ninguém negará o pão e a palavra, e que será bela e perigosa como um poema de Neruda ou uma canção de Violeta Parra.

Dizendo não ao devastador império da cobiça, que tem seu centro no norte da América, nós estamos dizendo sim a outra América possível, que nascerá da mais antiga das tradições americanas, a tradição comunitária: a tradição comunitária que os índios do Chile defendem desesperadamente, de derrota em derrota, há cinco séculos.

Dizendo não à paz sem dignidade, nós estamos dizendo sim ao sagrado direito de rebelião contra a injustiça e contra sua longa história, longa como a história da resistência popular no longo mapa do Chile.

Dizendo não à liberdade do dinheiro, nós estamos dizendo sim à liberdade das pessoas: liberdade maltratada e machucada, mil vezes derrubada, como o Chile e, como o Chile, mil vezes erguida.

Dizendo não ao egoísmo suicida dos poderosos, que converteram o mundo em um vasto quartel, nós estamos dizendo sim à solidariedade humana, que nos dá sentido universal e confirma a força de fraternidades mais poderosas que todas as fronteiras com todos os seus guardiões: essa força que nos invade, como a música do Chile, e que como o vinho do Chile nos abraça.

E dizendo não ao triste encanto do desencanto, nós estamos dizendo sim à esperança, à esperança faminta e louca e amante e amada, como o Chile: a esperança obstinada como os filhos do Chile rompendo a noite.

Fonte: http://blogdobertolo.blogspot.com.br/2007/06/ns-dizemos-no-eduardo-galeano.html 

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Professores em Laranjeiras do Sul fazem grande mobilização na nova sede do NRE

Mobilização contra o fechamento de turma no Núcleo Regional de Educação de Laranjeiras do Sul já dura mais de uma semana e se intensifica nos últimos dois dias. Mesmo assim a chefe do NRE, Eliza Gemelli da Silva  não atendeu a categoria em nenhum momento, seus representantes informaram que a mesma tinha  compromissos na capital

Desde ontem, segunda-feira dia 15 de dezembro, aproximadamente 500 professores, diretores, estudantes, acadêmicos do curso de Educação do Campo da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, professores da UFFS, diretoria da APP-Sindicato – Núcleo Sindical de Laranjeiras do Sul, representantes da APP de Cascavel, da APP Estadual, companheiras do Coletivo de Mulheres da Via Campesina e representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, estiveram em mobilização no Núcleo Regional de Educação de Laranjeiras do Sul, o objetivo de toda essa mobilização era pela reabertura das 65 turmas da rede estadual de ensino fechadas em toda a região. Com mais essa medida tomada pelo governo do Estado, além do desemprego de mais de 130 professores que ficarão sem aulas em 2015, isso certamente acarretará a precarização do ensino, a superlotação das salas de aulas, o abandono escolar e outros efeitos negativos para a educação pública.
Logo após reeleição do governador Beto Richa no Paraná, o Palácio Iguaçu tem instituído uma série de medidas neoliberais, na concepção de Estado Mínimo e dentro dessa “caixa de maldades” estava a reintegração de posse no oeste do Estado, a suspensão da eleição dos diretores de escolas da rede estadual, a violência contra professores na Assembleia Legislativa do Paraná – ALEP, a campanha de desfiliação à APP-Sindicato, o aumento de 40% no IPVA  e outros impostos, o aumento do pedágio, a cobrança previdenciária dos aposentados e também o fechamento da centenas de turmas, entre outras medidas.
Diante desse quadro negativo de fechamento de turmas, já fazem mais de uma semana que educadores, educandos e comunidade escolar, de várias instituições e localidades têm feito mobilizações em frente ao NRE de Laranjeiras e em outras cidades, buscando a reabertura imediata dessas turmas, no entanto, mesmo com a insistência e a comprovação da viabilidade e necessidades das mesmas, estes atos não foram suficientes para rever a posição do governo.
A partir  desses fatos, os professores se articularam para um ato maior, de caráter regional e marcaram uma Audiência Pública no NRE nessa segunda-feira, dia 15/12, para tratar da questão. Mais uma vez a chefe do NRE Eliza Gemelli da Silva não se fez presente, e a audiência não foi possível de se fazer. Como combinado, os educadores não se retiram do local até que fosse dada a merecida atenção para a questão e decidiram ocupar o NRE e assim permaneceram até esta terça-feira. Vale lembrar que ainda no final da tarde de segunda-feira foi negociado, e um grupo de 20 educadores pernoitaram no interior do Núcleo e outros acamparam no lado externo.  Em vários momentos, algumas reuniões com a equipe do NRE e até mesmo com o delegado foi necessário fazer para garantir o entendimento e o caráter da mobilização.

Esse tensionamento em Laranjeiras, foi vitorioso, pois a partir deles, seus reflexos se estenderam por todo o Estado, abrindo o diálogo com o primeiro escalão do governo sobre o tema. Nessa quarta-feira, uma revisão das turmas fechadas deverá ser divulgada pela Secretaria de Estado da Educação – SEED/PR, enquanto isso, os educadores continuam mobilizados, articulados na certeza de que a luta não se encerra aqui. Uma Comissão de educadores da região, estará indo até o NRE neste quarta-feira, dia 17, as 13 horas, para verificar quais as demandas que foram atendidas, e caso o atendimento para reabertura seja considerado como insuficiente, um grande ato está marcado para acontecer na quinta-feira em Laranjeiras do Sul, com a participação de vários movimentos sociais e instituições de toda a região.




fonte: https://applaranjeiras.wordpress.com/2014/12/16/professores-em-laranjeiras-do-sul-fazem-grande-mobilizacao-na-nova-sede-no-nre/ 

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Beto Richa: Cadê nossas salas de aula?

Após mais de um ano do anuncio da liberação dos recursos para a construção das 4 salas de aula do Colégio Iraci, feito pelo próprio governador Beto Richa, que estava em visita ao município de Rio Bonito do Iguaçu (em campanha eleitoral), nada foi feito. Por isso, essa luta, que é de toda comunidade escolar, continua...

Nas fotos, estudantes manifestando e estudando em sala de Lona.